Escritor de “A diferença que ilumina” irá lançar mais dois livros

Por Talita Lima

Foto: Divulgação


As estreias vão acontecer na Europa, após a pandemia do coronavírus 

O autor Henrique Ferresi, de 23 anos, é formado em música pela Universidade Metropolitana de Santos (Unimes), e atua na rede municipal como professor em Içara. Após o lançamento de seu primeiro livro na Bienal do Rio de Janeiro em outubro do ano passado, ele já garante a estreia de mais duas obras.
O próximo lançamento será em Genebra na Suíça, e ainda está sem data prevista devido ao coronavírus. “Esta obra será voltada para diversos assuntos além das diferenças e do bullying. Escrevi não só para as crianças, mas para os adolescentes também”, relata o autor. Já o terceiro livro de Henrique será desenvolvido este ano para ser lançado em 2021. A obra vai ser a segunda da série do livro “A Diferença que Ilumina” e vai se chamar a “Diferença que ilumina as nossas diferenças”.
Para Henrique toda sua inspiração vem das crianças com que ele trabalha. “Me encanta poder contribuir no mundo da imaginação, no mundo da esperança, no mundo onde tudo é possível, que é o mundo das crianças. Eu acho que a infância é um período muito importante, porque é o período onde decidimos quem a gente é. É imprescindível que haja sonho, que haja fantasia e que haja a crença que tudo é possível”, comenta Ferresi.
Livro A diferença que ilumina
De acordo com o autor, a história de seu primeiro livro foi contada para as crianças antes de ser publicada. “Eu estava no sítio da minha família e vi um cometa passando, fiquei surpreso e feliz. No outro dia eu contei isso para as crianças em forma de história, inventada ali na hora mesmo, gravei tudo na minha cabeça e depois fui aperfeiçoando”, explica.

A obras faz um apelo ao respeito pelas diferenças e pela aceitação das crianças. “A mensagem do livro é muito especial, eu quero que as crianças tenham condições e tenham vontade de sonhar. Esse livro fala da luz que cada um tem, então acima de tudo a intenção do livro é que elas tenham orgulho da sua própria luz, tenham orgulho de quem elas são. Seja qual for o tipo de coisa que a torne diferente, que ela ame essa diferença. Então a intenção é encorajar e afetar a prática do bullying nas escolas”.


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